A busca por procedimentos estéticos minimamente invasivos tem crescido nos últimos anos, especialmente aqueles voltados para o rejuvenescimento facial. Entre as técnicas mais utilizadas estão o preenchimento com ácido hialurônico e os bioestimuladores de colágeno, ambos com efeitos distintos e indicados para diferentes necessidades. Segundo Janine Moreira Rodrigues, especialista no assunto, “a escolha entre preenchimento e bioestimuladores depende dos objetivos do paciente, da estrutura da pele e do efeito desejado, sendo essencial uma avaliação profissional para indicar a melhor opção”.
O preenchimento facial com ácido hialurônico é um dos tratamentos mais conhecidos e utilizados. Ele tem a função de restaurar volume, definir contornos e suavizar rugas, proporcionando resultados imediatos. Pode ser aplicado em diversas regiões do rosto, como maçãs do rosto, queixo, mandíbula, lábios e olheiras, sendo ideal para quem deseja um efeito instantâneo e natural. “O ácido hialurônico é um excelente recurso para pacientes que querem melhorar a estrutura facial sem grandes intervenções, pois oferece resultados rápidos e reversíveis”, explica Janine Moreira Rodrigues.
Já os bioestimuladores de colágeno atuam de forma diferente. Em vez de preencher áreas específicas, essas substâncias estimulam a produção natural de colágeno pelo organismo, promovendo uma melhora gradual na firmeza e elasticidade da pele. Os mais utilizados são a hidroxiapatita de cálcio (Radiesse) e o ácido polilático (Sculptra), que são aplicados em regiões como rosto, pescoço, colo e mãos. O efeito é progressivo, sendo notado após algumas semanas e durando até dois anos. “Os bioestimuladores são indicados para quem deseja um rejuvenescimento a longo prazo, combatendo a flacidez sem alterar os contornos do rosto”, destaca Janine Moreira Rodrigues.
Outra diferença importante entre os dois tratamentos é a durabilidade e manutenção dos resultados. O preenchimento com ácido hialurônico dura, em média, de 6 a 18 meses, dependendo do tipo de produto utilizado e do metabolismo do paciente. Já os bioestimuladores têm um efeito mais prolongado, com estímulo contínuo à produção de colágeno, sendo necessário um número maior de sessões para potencializar os resultados.
A escolha entre preenchimento e bioestimuladores de colágeno depende das necessidades individuais de cada paciente. Para quem deseja um efeito imediato e volumização, o ácido hialurônico é a melhor opção. Já para aqueles que buscam um tratamento preventivo contra a flacidez, os bioestimuladores são mais indicados. Muitas vezes, ambos os procedimentos podem ser combinados para um resultado mais completo e natural.
Independentemente do tratamento escolhido, é fundamental que ele seja realizado por um profissional qualificado. Como enfatiza Janine Moreira Rodrigues, “a avaliação detalhada do rosto e a escolha das técnicas adequadas garantem um resultado seguro e harmonioso, respeitando a individualidade de cada paciente”. Com um planejamento personalizado, tanto o preenchimento quanto os bioestimuladores podem proporcionar um rejuvenescimento eficaz e duradouro.